Publicado por: envirotools | 2 Dezembro, 2009

Conferência da ONU sobre o Clima

Na semana que antecede a Conferência da ONU sobre o Clima, em Copenhague, na Dinamarca, o Roda Viva discutiu o tema que já é considerado o maior desafio do meio ambiente no planeta: a mudança climática.

Aos países que estarão na COP-15 está colocado o desafio de discutir e assumir compromissos que vão ajudar no esforço global contra o aquecimento da terra.

Mudanças no uso da terra, com a agropecuária avançando sobre áreas originalmente cobertas por vegetação nativa, já se tornaram responsáveis pela maior parte das emissões de gases de efeito estufa no Brasil. As mudanças no uso da terra, incluindo o desmatamento, responderam por mais da metade da emissão de gases no Brasil em 2005.

Carlos Clemente Cerri é um pesquisador da relação entre agricultura, clima e meio ambiente e autor de um estudo pioneiro sobre o impacto climático provocado pelo desmatamento da agropecuária no Brasil.

Cerri coordenou cerca de 60 projetos científicos no Brasil e também no exterior nas áreas de agricultura e ciências ambientais e faz parte de vários comitês nacionais e internacionais, incluindo o IPCC – Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas.

Confira a entrevista aqui: http://www.iptvcultura.com.br/rodaviva/30-11-2009_CARLOS_CLEMENTE_CERRI/

O Premiê dinamarquês revela presença de 98 líderes em cúpula climática, entre os que confirmaram presença estão o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o líder dos Estados Unidos, Barack Obama; o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao; e a chanceler alemã, Angela Merkel.

A Enviro Tools aprova todos os esforços que visam o desenvolvimento sustentável.

Publicado por: envirotools | 19 Novembro, 2009

Preservação de qual espécie?

Há quem valorize os esforços em preservação ambiental visando tão somente o benefício próprio e de sua suposta descendência, ignorando o fato de que outros humanos economicamente desfavorecidos sofrerão maiores impactos em seu modo de vida. E é possível ir mais além:

Somos estimulados a racionalizar o consumo da água, uma ameaça iminente a sobrevivência da humanidade, embora poucos discursos incluam a sobrevivência das outras espécies entre as prioridades.
A vasta quantidade de seres vivos que tem por habitat a vida marinha é afetada através da indústria do consumo, desde a sua fabricação ao seu descarte.

Preocupamos-nos com as tartarugas asfixiadas por sacolas plásticas? Com as substâncias tóxicas que contaminam e matam milhares de peixes? Ou apenas com nosso círculo social e conceitos egocêntricos? É necessário expandir o conceito de sobrevivência.

A Enviro Tools criou uma nova ferramenta para facilitar ainda mais a nossa comunicação com você, siga-nos no Twitter www.twitter.com/envirotools

Publicado por: envirotools | 3 Junho, 2009

Aquém do Mico-Leão-Dourado

Para alguns indivíduos há uma divisão clara entre as espécies. Compadecem-se exclusivamente por animais ameaçados de extinção, em especial os que são distribuídos em formato de ursos de pelúcia em brindes de lanchonetes. A ternura expressa em olhos de pandas não parece comover de igual maneira os que abandonam os próprios animais de estimação.

Este raciocínio leva a crer na imoralidade em matar ou extinguir um animal símbolo de uma nação, não o defendendo em seu direito inato a liberdade física e mental, mas resguardando um arquétipo atribuído a sua imagem.

A negação de animais não-humanos como indivíduos sencientes camufla morticínios em nome de costumes antiquados. Evidentemente a preservação do maior número de espécies é necessária, contudo, deve-se abolir a classificação distinta entre os animais conforme sua serventia aos desejos humanos.

Publicado por: envirotools | 10 Março, 2009

O encargo ambiental

Há uma tendência em apontar os grandes vilões ecológicos.Torna-se cômodo responsabilizar apenas os grandes fabricantes e exploradores de matéria-prima. É determinante relembrar a péssima distribuição de renda, culminando na ínfima parcela que usufrui diretamente neste lucro. Em muitos casos, esta parcela não tem acesso a informação e consciência da sua participação no impacto ambiental.

É necessária uma visão mais abrangente do quadro econômico e sociológico.

Se grande parte dos brasileiros não tem acesso à informação e julgam banal jogar lixo em vias públicas, não se trata apenas de um valor cultural que prega a inutilidade da ação individual. É um reflexo dos mitos presentes nos chamados “deveres ambientalistas”.

Primeiro Mito

Tudo o que é ecologicamente correto é caro. É apenas uma preocupação de quem pertence a classes econômicas dominantes.

A renda per capta no Brasil é destinada principalmente á alimentação. Em famílias cuja renda é inferior, a pirâmide alimentar é focada majoritariamente em amido e açúcar. O que compromete a qualidade de vida dos que não podem pagar por comidas com “selo verde”. Estas que justamente pelo apelo mercantilista, tem preços acima da média.

Uma solução possível, seria um programa de nutrição focado no reaproveitamento de alimentos e informações básicas sobre uma alimentação balanceada. Frutas, verduras, legumes e grãos são mais acessíveis e econômicos.

Segundo Mito

Sempre há dano, sendo assim é inútil consumir algo “menos danoso”, quando a imensa maioria ainda está imersa em antigos valores.

As ações “ecológicas” não são base para um altruísmo pautado na “vaidade em obrar o bem”. As mudanças são progressivas, a opressão contra determinados grupos étnicos por exemplo, não foi erradicada por completo em dias atuais. Mesmo que a apropriação de memória histórica reforce os indivíduos de determinados grupos, como merecedores dos direitos básicos humanos.

Terceiro Mito

Não viveremos o suficiente para sofrer as conseqüências.

As conseqüências vão desde o comprometimento da qualidade de vida (poluição, alimentação…), até o trânsito e a enchente causados pelo entupimento de vias que canalizam a água.

A exploração ambiental não se resume aos ursos polares que morrem afogados, na procura de uma formação de gelo para descansar. Justamente por ser parecer tão longe de nossa realidade, sua gravidade pareça menor.

De acordo com dados levantados pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), 51% dos casos de trabalho escravo ocorridos no Brasil em 2008 estavam ligados à pecuária.

A exploração de outras espécies e ecossistemas é agregada a nossa sobrevivência. E quanto a isto, somos todos responsáveis.

Publicado por: envirotools | 27 Outubro, 2008

A Ecologia não deve ser reduzida ao ícone de uma árvore.

Ser ambientalmente consciente pode representar para alguns indivíduos, mero capricho de uma classe elitizada. A Ecologia e a preservação ambiental não são insensatas.

A irresponsabilidade ambiental é um retrato claro de como o dever humano com a sociedade é ignorado (ou em alguns casos completamente desconhecido).

Isto pode ser constatado, através do descaso que a maior parte da população demonstra ao escolher os produtos que consome, não verificando desde a procedência de sua origem, até o local onde é comercializado.

Não é apenas em uma palestra que se conscientiza a humanidade, deve-se agir e aguardar o processamento de todas as idéias expostas.

A percepção ecológica não deve ser sintetizada na compra de sacolas de pano desenhadas por grandes estilistas, cabe a nós, a contribuição para um desfecho menos catastrófico.

Publicado por: envirotools | 11 Julho, 2008

Ecojogo

O “Ecojogo” sempre passa uma mensagem (relacionada às questões ambientais e de sustentabilidade); ajuda o jogador a pensar sobre o tema ou mensagem e a analisar seus próprios pontos de vista sob uma nova ótica; são, em geral, cooperativos, ou seja, todos os jogadores trabalham juntos para atingir o mesmo objetivo e ganham ou perdem, em equipe, embora alguns ainda sejam competitivos; e são fabricados com materiais ecologicamente corretos;

Embora cumpram um papel importante ao transmitir conhecimentos e auxiliar na difusão de novos modos de pensar, ainda são, acima de tudo, uma forma de entretenimento.

Nessa linha, a Estrela, tradicional fabricante de jogos e brinquedos, acaba de lançar o “Banco Imobiliário Sustentável”, versão ambientalmente correta do consagrado jogo de tabuleiro, criado em 1944. Na versão renovada, a mecânica do jogo está totalmente ligada ao tema da sustentabilidade. Em vez de bairros e ruas importantes, as casas do tabuleiro representam reservas naturais como Pantanal, Rio São Francisco, Chapada dos Veadeiros e Serra da Mantiqueira. “A dinâmica do jogo foi desenvolvida para ser um processo pedagógico, que premia quem tem preocupação ecológica e pune quem não tem”, explica Aires Leal Fernandes, Diretor de Marketing da Brinquedos Estrela.

A preocupação ambiental não fica só por conta dos jogadores, o próprio jogo físico é ecologicamente mais correto. As peças plásticas são feitas com o chamado “plástico verde”, fabricado com um polímero derivado de cana de açúcar. O material além de ser biodegradável ainda contribuiu para a redução do efeito estufa ao absorver e fixar CO2 (gás carbônico) da atmosfera, durante o crescimento das plantas. O tabuleiro, a embalagem e as cartas são feitos com papel reciclado.

Mas se no Brasil a tendência de criação dos “Ecojogos” está apenas começando, ela já é uma realidade na Europa, em especial na Alemanha e na França.

WeAther – O “WeAther”, do Greenpeace, trata dos problemas causados pela emissão de gases poluentes e pelo aquecimento global. Site em português. http://www.greenpeaceweather.com.br/

Energyville – O jogador precisa providenciar energia em quantidade suficiente para abastecer uma cidade de 3,9 milhões de pessoas e, ao mesmo tempo, mantê-la limpa, segura e economicamente viável. As escolhas dos jogadores têm impactos econômicos, tecnológicos e ambientais sentidos pelos moradores locais. Versão em inglês. http://www.willyoujoinus.com/energyville/

Honoloko -O jogo acontece na Ilha de Honoloko, que é muito semelhante ao nosso mundo e onde as nossas ações impactam o meio ambiente onde vivemos. O objetivo do jogador é tomar decisões que melhorem a saúde dos habitantes e o ambiente de Honoloko. O jogo é direcionado a jovens e adultos. O jogador pode escolher entre 26 idiomas, inclusive uma versão em português. http://honoloko.eea.europa.eu/Honoloko.html

Para as crianças:

Eco Kids – Site feito sob medida para a criançada. Propõe-se a transmitir aos pequenos, por meio de jogos e entretenimento, conhecimentos básicos sobre cidadania e meio ambiente. O público-alvo são crianças entre 4 e 7 anos. Site em português. http://www1.uol.com.br/ecokids/

Ecoagents – Special Units – Os jogadores podem se tornar Ecoagentes, da Agência Européia do Ambiente (AEA), encarregada de recolher informações sobre o ambiente em toda a Europa. Como ecoagentes podem ajudar a proteger o meio ambiente e os recursos naturais. O público-alvo são jovens e crianças de 7 a 14 anos, mas o site é inglês. http://ecoagents.eea.europa.eu/

Fonte: (Instituto Akatu) http://mercadoetico.terra.com.br/noticias.view.php?id=3196

Publicado por: envirotools | 30 Junho, 2008

Wall E

Chega aos cinemas mais uma animação dos estúdios Pixar, inovando em muitos aspectos. Com uma mensagem não verbal (praticamente não há diálogos no início), Wall E executa sua solitária missão: Limpar a terra, devastada há 700 anos.Os humanos que causaram tamanho impacto, notando a terra e seu cenário inóspito, partem em massa para fora do planeta, onde passam a coabitar a grande nave Axion (uma espécie de resort espacial).

A corporação BNL, além de transportar e garantir a estadia dos humanos, se responsabilizam “pela limpeza da terra”, onde os robôs da série Wall E trabalham incessantemente, restando apenas um Wall E em atividade.

A nave (totalmente automatizada), envia á terra robôs para averiguar se há indícios de vida no planeta.

Este envio é periódico e por não obter sucesso, passam-se 700 anos desde a partida de humanos do planeta Terra.

Ao passo que os tripulantes da Axion, tornam-se cada vez mais obesos em suas cadeiras motorizadas, não mais percebem o universo ao seu redor, centram-se em seus encontros holográficos (mesmo que estejam ao lado do interlocutor), enquanto tomam seus sucos como fonte nutricional.

Não há mais animais, nem se alimentam dos insumos destes. Não é exibido o destino dos mesmos, mas certamente neste cenário é evidenciado o egoísmo humano e seu antropocentrismo exacerbado.

O filme é um alerta a uma sociedade alienada, consumista e descompromissada com tudo que (aparentemente) não lhe traga benefício imediato.

Contêm ainda claras referências ao clássico 2001 Uma Odisséia no Espaço e o imortal Hall 9000.

A classificação etária é livre para todos os públicos, garantindo entretenimento e reflexão a todos.

Publicado por: envirotools | 13 Maio, 2008

Em que constitui uma boa ação?

A priori contribuir para o bem estar do próximo, ser solidário.

Em um mundo que exige agilidade, bem como disponibilidade geográfica quase imediata, o meio de transporte escolhido em sua maioria é o automóvel.
Com isto, vários trabalhadores vão as ruas todos os dias ultilizando seus automóveis, notando-se curiosamente um fator coletivo: Os motoristas conduzem sem passageiros ao lado.  Gerando assim, uma situação caótica: Congestionamentos com muitos quilômetros de extensão, stress, e também a redução em 1,5 ano na expectativa de vida dos moradores, com as emissões de monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio e hidrocarbonetos na cidade.
Algumas ações solidárias contribuem para a reversão deste quadro. Como por exemplo oferecer carona. Além de firmar relações sociais amigáveis, auxilia na redução de gases poluentes na atmosfera.

“A população de São Paulo está sendo convidada a participar, no dia 28, de uma ação contra a poluição e a favor da solidariedade, com o Mutirão da Carona  “Seja Solidário”  Carona Legal, que engloba a Região Metropolitana e cidades vizinhas do ABC Paulista, Campinas, Jundiaí e Sorocaba. A iniciativa da Secretaria Estadual do Meio Ambiente visa conscientizar a população sobre a importância da carona para a redução dos congestionamentos, das emissões de poluentes e da melhoria da saúde dos moradores da cidade.
Os carros são os principais responsáveis pela emissão de substâncias tóxicas. Estima-se que respondam por 95% das emissões de monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio e hidrocarbonetos na cidade. Pesquisa realizada pelo Laboratório de Poluição da Universidade de São Paulo indica que a qualidade do ar reduz em 1,5 ano a expectativa de vida dos moradores. “
Fonte:
http://invertia.terra.com.br/sustentabilidade/interna/0,,OI2874161-EI10425,00.html

Publicado por: envirotools | 8 Maio, 2008

Sacolas Plásticas – Dispensáveis?

Felizmente, a preocupação ambiental ganhou maior visibilidade nas últimas décadas, fazendo com que repensássemos nossas ações e suas conseqüências.

O simples ato de usar sacolas plásticas remete-nos a um problema de âmbito ecológico em larga escala:

* Nas grandes cidades, sacolas plásticas entopem bueiros e causam um grande transtorno, juntamente com todo o lixo acumulado.
* Aumentam em até 20% o volume do lixo, diminui a vida útil dos aterros sanitários.
* Nos oceanos e florestas, podem provocar a morte de mamíferos, aves e peixes por asfixia ou mesmo por ingestão, prejudicando a digestão de alimentos. As estimativas são de que, todos os anos, a ingestão de plásticos cause a morte de cerca de um milhão de aves marinhas, cem mil mamíferos e inúmeros peixes.

O elo de ligação entre bem estar, produtividade e sustentabilidade não é tênue como pôde se imaginar.
Diante de tantos conflitos mundiais sentir-se impotente é uma conseqüência inevitável.
O consumo exacerbado provém de um modelo retrógrado de costumes, o qual nos subjuga a todo instante mitificando nossa suposta incapacitação diante dos fatos, quando na realidade, pequenas ações efetuadas coletivamente proporcionam uma grande melhora ao Meio Ambiente, por conseqüência melhorando nossa qualidade de vida assim como das gerações futuras.

* Fontes: http://www.saopaulo.sp.gov.br/sis/lenoticia.php?id=90040

http://www.oatibaiense.com.br/0cidade/151207cidade6.htm

 

Publicado por: envirotools | 5 Maio, 2008

Sustentabilidade

O descaso com o meio ambiente se arrasta através dos séculos, seria possível reverter esta situação e propor melhoras efetivas, através de pequenas ações?

É perceptível o quanto a degradação do meio ambiente nos afeta: Nossa saúde, alimentação e qualidade de vida está interligada neste ponto em comum, um ciclo vicioso no qual pequenas ações corriqueiras (como jogar lixo na rua) tornaram-se tão banais que instituiram-se em hábitos. E justamente por serem hábitos (geralmente), não nos levam á uma reflexão mais profunda. Eis abaixo algumas medidas simples, mas que contribuem para a preservação do planeta:

Recicle seu lixo:

Além de preservar os recursos naturais, o material reciclado contribui na renda de milhares de pessoas.

Notícia relacionada Aterro vira cartão postal na cidade de Minas: http://invertia.terra.com.br/sustentabilidade/interna/0,,OI2466841-EI10425,00.html

O material que não reciclado, é jogado em aterros sanitários ao ar livre, estes materiais demoram anos para se decompor e junto com a sujeira, trazem muitas doenças a quem reside próximo a estes locais. Entre as doenças transmitidas estão: Tétano, Tuberculose e Leptospirose.

OBS: Se em seu bairro não existe coleta seletiva, informe-se no telefone de sua Prefeitura.   Em SP: Departamento de Limpeza Urbana (LIMPURB – Alô Limpeza) – (11) 3229-3666 3328-2836/ 3328-2851.

Economize energia elétrica:

Ao reformar ou projetar sua casa utilize algumas soluções criativas que podem ajudar na redução do seu consumo de energia. Projete os ambientes utilizando o máximo de luz natural, pinte as paredes com cores claras e com melhor isolamento térmico. Utilize ventilação apropriada, circuitos elétricos bem dimensionados e formas de aquecimento de água mais adequadas à sua necessidade.

O chuveiro elétrico é o aparelho que mais consome energia em uma residência. Representa de 25% a 35% do valor da sua conta.

Uma lâmpada fluorescente (tubular, compacta ou circular) de 15 a 40 Watts ilumina tanto quanto uma incandescente de 60 Watts. Se, para iluminar sua cozinha, você utiliza uma lâmpada incandescente de 100 Watts, ao substituí-la por uma fluorescente de 32 Watts (circular), você estará economizando 1/3 da energia e tendo uma durabilidade de 5 a 10 vezes maior.

 

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