Para alguns indivíduos há uma divisão clara entre as espécies. Compadecem-se exclusivamente por animais ameaçados de extinção, em especial os que são distribuídos em formato de ursos de pelúcia em brindes de lanchonetes. A ternura expressa em olhos de pandas não parece comover de igual maneira os que abandonam os próprios animais de estimação.
Este raciocínio leva a crer na imoralidade em matar ou extinguir um animal símbolo de uma nação, não o defendendo em seu direito inato a liberdade física e mental, mas resguardando um arquétipo atribuído a sua imagem.
A negação de animais não-humanos como indivíduos sencientes camufla morticínios em nome de costumes antiquados. Evidentemente a preservação do maior número de espécies é necessária, contudo, deve-se abolir a classificação distinta entre os animais conforme sua serventia aos desejos humanos.