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	<description>Meio Ambiente e Sustentabilidade</description>
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		<title>Enviro Tools</title>
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		<title>Crise no Japão repercute em planos nucleares na América Latina</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 13:07:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>envirotools</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Após os graves problemas surgidos em Fukushima 1, no Japão, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, anunciou na terça-feira (15/3) a suspensão do programa de construção de uma central nuclear no país. &#8220;Ordenei ao ministro [da Energia Rafael] Ramirez congelar os planos desenvolvidos, os estudos preliminares do programa nuclear pacífico venezuelano&#8221;, afirmou Chávez, durante uma cerimônia transmitida [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=envirotools.wordpress.com&amp;blog=3652971&amp;post=162&amp;subd=envirotools&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após os graves  problemas surgidos em Fukushima 1, no Japão, o presidente venezuelano,  Hugo Chávez, anunciou na terça-feira (15/3) a suspensão do programa de  construção de uma central nuclear no país.</p>
<p>&#8220;Ordenei ao ministro  [da Energia Rafael] Ramirez congelar os planos desenvolvidos, os estudos  preliminares do programa nuclear pacífico venezuelano&#8221;, afirmou Chávez,  durante uma cerimônia transmitida pela televisão. &#8221;Não tenho dúvida de  que isso [a potencial catástrofe nuclear no Japão] irá alterar muito  fortemente os planos de desenvolvimento de energia nuclear no mundo&#8221;,  acrescentou.</p>
<p>A Venezuela assinou em  2010 um acordo com a Rússia para a construção de uma central nuclear.  Esse projeto provocou a inquietação dos Estados Unidos, que  classificaram a medida de &#8220;perigosa&#8221;, devido à estreita relação da  Venezuela com o Irã e aos depósitos de urânio existentes no país  sul-americano.</p>
<p>Dos 439 reatores  nucleares no mundo, seis estão na América Latina. Até agora, a  energia nuclear só é utilizada em três países da região: Argentina,  Brasil e México.</p>
<p>O precursor da  tecnologia foi a Argentina, onde foi instalada a primeira usina nuclear  da América Latina. Hoje, o país tem duas usinas nucleares em  funcionamento e uma terceira em construção. As autoridades em Buenos  Aires minimizaram o risco de que ocorra um desastre similar ao japonês  no país.</p>
<p><strong>Argentina aposta em energia nuclear</strong></p>
<p>O gerente de relações  institucionais da Comissão Nacional de Energia Atômica (CNEA) da  Argentina, Gabriel Barceló, alega que não há razão para uma mudança de  planos, já que o país não está em uma zona sísmica e utiliza em suas  centrais uma &#8220;tecnologia diferente&#8221; da adotada na central de  Fukushima. O Greenpeace da Argentina rebate esses argumentos.  &#8220;Embalse está situada em uma zona sísmica, na província de Córdoba&#8221;,  declarou um diretor da organização, Juan Carlos Villalonga.</p>
<div id="attachment_163" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://envirotools.files.wordpress.com/2011/03/06471570_100.jpg"><img class="size-medium wp-image-163" title="0,,6471570_1,00" src="http://envirotools.files.wordpress.com/2011/03/06471570_100.jpg?w=300&#038;h=168" alt="" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Central Nuclear de Embalse, em Córdoba, Argentina. Buenos Aires afirma que usinas são seguras</p></div>
<p>A central nuclear  Atucha 1, localizada nas margens do rio Paraná de las Palmas, cerca de  100 quilômetros a noroeste de Buenos Aires, teve construção iniciada em  1968 e entrou em operação em 1974. A usina Atucha 2 ainda está em  construção, mas deverá entrar em funcionamento ainda este ano. As obras  de Atucha 2 ficaram paralisadas por mais de 20 anos, tendo sido  retomadas em meados de 2007.</p>
<p>A central nuclear de  Embalse, localizada na cidade homônima, na província de Córdoba, foi a  segunda usina nuclear conectada à rede na Argentina. Embalse,  considerada hoje o maior motor térmico da América do Sul, está  localizada a 100 quilômetros da cidade de Córdoba e a 700 quilômetros de  Buenos Aires.</p>
<p>As três centrais são  operadas pela Neoeléctrica Argentina S.A. e são responsáveis por 6,2% do  abastecimento de energia do país. Porém, é provável que essa cifra  venha a aumentar no futuro, já que em dezembro passado foi confirmada a  notícia de que a empresa americana Westinghouse vai construir a quarta  usina nuclear na Argentina: Atucha 3.</p>
<p><strong>Brasil deve &#8220;parar um pouco para pensar&#8221;</strong></p>
<p>No  Brasil, 3,1% da oferta total de eletricidade é gerada por energia  nuclear. Os brasileiros têm atualmente duas usinas nucleares em  atividade e uma em construção. A Central Nuclear Almirante Álvaro  Alberto (CNAA), conhecida como Central Nuclear de Angra, está localizada  na praia de Itaorna, em Angra dos Reis, estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Em 1982, Angra 1 foi conectada à rede, Angra 2 começou a operar em 2000 e em junho de 2010 foi iniciada a construção de Angra 3.</p>
<p>Embora o governo  brasileiro preveja a construção de outras quatro usinas nucleares, após o  desastre no Japão o presidente do Congresso, José Sarney, disse que  ocorreu &#8220;uma mudança muito séria na visão que vamos ter que ter em  relação às usinas nucleares fornecedoras de energia&#8221; e que é necessário  &#8220;parar um pouco para pensar&#8221;.</p>
<p><strong>Ativistas antinucleares mexicanos alertam para riscos<br />
</strong><br />
A  central nuclear Laguna Verde, localizada em Punta Limón, Veracruz, é a  única usina nuclear do México e gera 4% da oferta total de eletricidade  do país. Laguna Verde tem dois geradores, que foram inaugurados em 1989 e  1995.</p>
<p><em>Bildunterschrift: <a href="http://www.dw-world.de/popups/popup_lupe/0,,14913915_ind_2,00.html" target="_blank">Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:  Usinas Angra 1 e 2, no Brasil</a></em>Localizada  na costa do Golfo do México, a cerca de 70 quilômetros da cidade de  Veracruz, a central é muito criticada por associações ambientalistas. O  grupo antinuclear Madres Veracruzanas afirma que Laguna Verde tem as  mesmas características e seu sistema de resfriamento é baseado no mesmo  sistema que a usina de Fukushima, acusando que &#8220;se houver eventos  naturais semelhantes aos observados no Japão, provavelmente sofreremos  as mesmas circunstâncias&#8221;.</p>
<p><strong>Chile mantém planos, apesar de crise japonesa<br />
</strong><br />
Além  de Brasil, México e Argentina também há outros países latino-americanos  que apostam na energia nuclear. Na próxima sexta-feira, Barack Obama  vai visitar o Chile, justamente para discutir projetos conjuntos em  matéria de energia atômica.</p>
<p>Apesar do acidente  devastador no Japão e do fato de ser um dos países mais afetados por  terremotos e tsunamis, o governo chileno não mudou de planos. &#8221;O Chile  necessita olhar isso tudo em um horizonte de longo prazo&#8221;,  desconversou o ministro da Energia do país, Laurence Golborne, ao  justificar a cooperação com Washington em meio à preocupação com a  crise nuclear no Japão.</p>
<p>No momento, o Chile  dispõe de dois pequenos reatores experimentais em La Reina e Lo Aguirre,  destinados a fins medicinais e de pesquisa.</p>
<p><a href="http://www.dw-world.de/dw/article/0,,14913915,00.html" target="_blank">Fonte</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/envirotools.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/envirotools.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/envirotools.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/envirotools.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/envirotools.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/envirotools.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/envirotools.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/envirotools.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/envirotools.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/envirotools.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/envirotools.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/envirotools.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/envirotools.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/envirotools.wordpress.com/162/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=envirotools.wordpress.com&amp;blog=3652971&amp;post=162&amp;subd=envirotools&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Família britânica produziu apenas uma sacola de lixo em 2010</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 17:37:52 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Uma família britânica diz ter conseguido produzir apenas uma sacola de lixo em todo o ano de 2010. O casal Richard e Rachelle Strauss e a filha Verona, de 9 anos, reciclam praticamente tudo, plantam grande parte da própria comida e transformam restos de alimento em adubo. Além disso, eles compram produtos diretamente de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=envirotools.wordpress.com&amp;blog=3652971&amp;post=155&amp;subd=envirotools&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
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<div><img class="aligncenter" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2011/01/10/110110122433_greenfamily_226x170_www.myzerowaste.com_nocredit.jpg" alt="Família Strauss" width="226" height="170" /></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma família britânica diz ter conseguido produzir apenas uma sacola de lixo em todo o ano de 2010.</p>
<p>O casal Richard e Rachelle Strauss e a filha  Verona, de 9 anos, reciclam praticamente tudo, plantam grande parte da  própria comida e transformam restos de alimento em adubo.</p>
<p>Além disso, eles compram produtos diretamente de  produtores locais para evitar embalagens em excesso e quando vão ao  açougue, por exemplo, eles levam os próprios recipientes.</p>
<p>Em 2009, eles conseguiram reduzir sua produção  de lixo para apenas uma lata. Em 2010, os Strauss, que vivem em  Longhope, no condado de Gloucestershire, eles decidiram aumentar o  desafio e não produzir lixo nenhum.</p>
<p>&#8220;Estamos muito felizes com o resultado. Nós  sabíamos que produção &#8216;zero&#8217; de lixo seria impossível, mas se você não  colocar as metas lá no alto, nunca vai saber o que pode alcançar&#8221;, disse  Rachelle Strauss.</p>
<p>A pequena sacola de lixo continha alguns brinquedos quebrados, lâminas de barbear, canetas e negativos fotográficos.</p>
<p><strong>Contaminação por plástico</strong></p>
<p>A ideia de reduzir drasticamente a produção de  lixo da família surgiu em 2008, mas quando Rachelle falou com o marido  sobre sua proposta, percebeu que ele não estava interessado.</p>
<p>&#8220;Richard só resolveu encampar a ideia depois de  ler uma série de artigos sobre os danos causados à vida marinha pela  contaminação por plástico. Ele ficou muito impressionado&#8221;, disse  Rachelle à BBC Brasil.</p>
<p>Os Strauss começaram o desafio reduzindo o uso  de plástico. Depois, passaram a reciclar e reaproveitar cada vez mais,  além de usar baterias recarregáveis e painéis solares para gerar  energia.</p>
<p>A experiência foi contada em um site na  internet, o <a href="www.myzerowaste.com" target="_blank">www.myzerowaste.com</a>, que acabou virando referência sobre  reciclagem e tem mais de 70 mil visitantes por mês.</p>
<p>&#8220;Para quem quer reduzir a produção de lixo,  minha primeira dica seria pensar no que você está comprando e escolher  produtos com menos embalagem e com invólucros que sejam recicláveis. Em  segundo lugar, é importante evitar o desperdício de alimento. Aqui na  Grã-Bretanha, um terço da comida que compramos acaba no lixo. Em  terceiro lugar, tente reciclar o máximo que puder&#8221;, aconselha Rachelle.</p>
<p><a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/01/110110_familiaverde_is.shtml" target="_blank">Fonte</a></p>
</div>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/envirotools.wordpress.com/155/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/envirotools.wordpress.com/155/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/envirotools.wordpress.com/155/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/envirotools.wordpress.com/155/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/envirotools.wordpress.com/155/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/envirotools.wordpress.com/155/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/envirotools.wordpress.com/155/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/envirotools.wordpress.com/155/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/envirotools.wordpress.com/155/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/envirotools.wordpress.com/155/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/envirotools.wordpress.com/155/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/envirotools.wordpress.com/155/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/envirotools.wordpress.com/155/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/envirotools.wordpress.com/155/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=envirotools.wordpress.com&amp;blog=3652971&amp;post=155&amp;subd=envirotools&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O impacto da poluição sonora na vida dos mamíferos marinhos</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 11:47:21 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O fundo do mar parece ser um lugar silencioso &#8211; mas não é. Um estudo conduzido nos últimos dez anos pelo Programa de Pesquisa Bioacústica da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, e recém-divulgado, concluiu que o ambiente marítimo não está a salvo da poluição sonora. O que perturba as profundezas não é o mesmo ruído [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=envirotools.wordpress.com&amp;blog=3652971&amp;post=153&amp;subd=envirotools&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O fundo do mar parece ser um lugar silencioso &#8211; mas não é. Um estudo  conduzido nos últimos dez anos pelo Programa de Pesquisa Bioacústica da  Universidade Cornell, nos Estados Unidos, e recém-divulgado, concluiu  que o ambiente marítimo não está a salvo da poluição sonora. O que  perturba as profundezas não é o mesmo ruído da superfície, até porque a  propagação do som na água é quatro vezes mais rápida e eficiente do que  no ar. Por isso, é natural que mamíferos marinhos e alguns peixes usem o  som para se comunicar. Aí está, por sinal, o problema ambiental. Os  sons de baixa frequência produzidos pelos propulsores dos navios,  turbinas de vento, plataformas petrolíferas e fazendas pesqueiras viajam  grandes distâncias no oceano. O barulho reverbera pelas profundezas, e  baleias, golfinhos e certos peixes que se comunicam com sons de baixa  frequência ficam atordoados, como se estivessem no meio de um permanente  show de rock pesado.</p>
<p>Os cetáceos dependem da audição para  encontrar alimento, reproduzir-se, fugir de predadores e se manter  unidos durante migrações. Por essa razão, a poluição sonora é no mar o  que o desmatamento representa em terra: uma redução do habitat. Os  pesquisadores descobriram, por exemplo, que as baleias-francas-do-norte,  que se reuniam na Baía de Cape Cod, na costa leste dos Estados Unidos,  para se alimentar e acasalar, estão deixando o local. O motivo, eles  suspeitam, é o barulho. &#8220;Não sabemos para onde os mamíferos foram, mas  sabemos que eles não suportam toda essa atividade no mar e partem para  locais mais silenciosos&#8221;, disse a VEJA o americano Chris Clark,  coordenador da pesquisa de Cornell. O biólogo Marcos Rossi, do Instituto  Baleia Jubarte, explica: &#8220;Uma vez que o ambiente marinho está repleto  de ruídos, as baleias não apenas têm dificuldade para se orientar pelos  barulhos naturais do oceano como também para se comunicar entre si, o  que é vital para todas as espécies&#8221;.</p>
<p>As baleias não são os  únicos animais afetados. Os golfinhos, por exemplo, devem estar  igualmente incomodados. Ocorre que as francas-do-norte são as mais  protegidas e estudadas de todas as baleias. Os pesquisadores chegam a  conhecer por um nome próprio cada um dos 350 exemplares identificados no  Hemisfério Norte. O interesse decorre da quase extinção da espécie,  cuja caça foi proibida em 1935, quando restavam menos de 100 espécimes.  Por nadarem devagar e perto da costa, esses animais magníficos, com 17  metros e 70 toneladas, foram presas fáceis dos baleeiros &#8211; a ponto de a  espécie ser chamada de right (certa, em inglês) . Era a baleia &#8220;certa&#8221;  para ser arpoada. Se for confirmado que o futuro dela está ameaçado pelo  barulho, desta vez não há nada a fazer, exceto suspender todo o tráfego  marítimo. E isso jamais vai acontecer.</p>
<p><a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/ambiente/cientistas-poluicao-sonora-perturba-mamiferos-marinhos-veja-614417.shtml" target="_blank">Fonte</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/envirotools.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/envirotools.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/envirotools.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/envirotools.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/envirotools.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/envirotools.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/envirotools.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/envirotools.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/envirotools.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/envirotools.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/envirotools.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/envirotools.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/envirotools.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/envirotools.wordpress.com/153/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=envirotools.wordpress.com&amp;blog=3652971&amp;post=153&amp;subd=envirotools&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>“As empresas não sabem ouvir, só falar”</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 12:09:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>envirotools</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre que escuta a palavra sustentabilidade, o paulista Roberto Leite espicha o ouvido. Quer saber se estão usando o termo, segundo ele um tanto etéreo, da forma correta. Incomodado com a onda do marketing verde, Leite – jornalista por formação e blogueiro por convicção – decidiu expor na internet o ponto fraco das companhias. Criou [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=envirotools.wordpress.com&amp;blog=3652971&amp;post=149&amp;subd=envirotools&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que escuta a palavra sustentabilidade, o paulista Roberto  Leite espicha o ouvido. Quer saber se estão usando o termo, segundo ele  um tanto etéreo, da forma correta. Incomodado com a onda do marketing  verde, Leite – jornalista por formação e blogueiro por convicção –  decidiu expor na internet o ponto fraco das companhias. Criou o blog “<a href="http://testandooslimitesdasustentabilidade.blogspot.com/">Testanto os limites da sustentabilidade</a>“. Usa os relatórios de sustentabilidade das empresas para armar a arapuca.</p>
<p>A  ideia de fazer um blog para avaliar os relatórios (e, mais importante,  as ações) das empresas surgiu em agosto passado. Leite lê com atenção  cada página dos documentos. Elabora uma série de questionamentos para lá  de contundentes. E, por fim, encaminha aos responsáveis pelo Serviço de  Atendimento ao Consumidor (SAC), assessoria de imprensa ou outros  canais de comunicação.</p>
<p>Leite tem 32 anos, é comerciante e mora na  cidade de Ourinhos, no interior de São Paulo. Ligado ao tema  socioambiental há mais de dez anos, diz ler tudo o que encontra sobre o  assunto. Com a ajuda de um professor universitário e de internautas, ele  cutuca as companhias com perguntas incisivas. Cobra dos bancos uma  carteira de clientes mais responsável. Questiona as produtoras de açúcar  e álcool sobre as condições de trabalho dos cortadores de cana. Exige  das companhias explicações detalhadas sobre seus impactos no meio  ambiente.</p>
<p>A função dos relatórios é mostrar aos consumidores,  fornecedores e parceiros até que ponto a sustentabilidade está no cerne  da empresa. Eles dizem se (e como) a companhia se preocupa com as  comunidades envolvidas no negócio. Mostram quanto cada unidade de  produto consome de água e energia durante a fabricação. E, mais  importante, listam as metas que as empresas pretendem alcançar nos  próximos anos – sempre pensando em melhorias sociais e ambientais. Na  opinião de Leite, eles deixam a desejar. “Se você não tem um olhar  crítico, acaba acreditando naquele monte de foto bonita”, afirma. “Tem  muita empresa vendendo sacolinha de pano e se auto-intitulando  sustentável”.</p>
<p>Abaixo, Leite fala dos piores e melhores relatórios que já cruzaram seu olhar crítico.</p>
<p><strong>Época – </strong>De onde surgiu a ideia de analisar relatórios de sustentabilidade?<strong><br />
Roberto Leite –</strong> A ideia surgiu em agosto de 2010. Sempre me interessei pelo tema. No  entanto, ao ler os relatórios vi que o que era apresentado, em alguns  casos, era dúbio, inconsistente e fraco de conteúdo. Era mais uma peça  publicitária do que realmente um relatório. Aí pensei: por que não  perguntar para as empresas as dúvidas que tinha com o relatório e  discutir com as pessoas essas dúvidas?</p>
<p><strong>Época – </strong>Quem mais participa das avaliações?<br />
<strong>Leite – </strong>Não  vejo como uma avaliação, mas como um cidadão interessado pelo tema e  que, ao ler o material, tem algumas dúvidas e busca respostas. Hoje  somos duas pessoas diretamente. Mas temos apoios esporádicos de pessoas  que enviam comentários pelas redes sociais. Elas nos dão um norte sobre  qual empresa poderíamos pesquisar.</p>
<p><strong>Época – </strong>Que critérios vocês usam para fazer as análises?<br />
<strong>Leite – </strong>Nos  atemos ao texto. Somente ao que está escrito, tendo como referência, às  vezes, as campanhas publicitárias que referendam os relatórios ou  contradizem os dados apresentados.</p>
<p><strong>Época – </strong>Num balanço geral, você tem encontrado que tipo de empresas?<strong><br />
Leite – </strong>Posso  dividir as empresas em duas: 1) A indústria, em sua maioria, apresenta  relatórios mais sólidos. As ações de sustentabilidade estão diretamente  ligadas à gestão da empresa (o negócio em si). 2) Já na grande maioria  das empresas de serviços (bancos, por exemplo), as ações de  sustentabilidade são dissociadas do negócio. São mais uma ação  publicitária do que efetivamente algo na gestão da empresa. Vejo que  algumas empresas confundem sustentabilidade com meio ambiente. Não é só  isto. Noto que, em muitos casos, a sociedade está fora do processo de  gestão.</p>
<p><strong>Época – </strong>Na sua opinião, as empresas estão mais transparentes?<strong><br />
Leite – </strong>Se  compararmos com um cenário de dez anos atrás, com certeza as empresas  estão mais transparentes. Mas acredito que elas têm muito a melhorar na  relação com a sociedade. As organizações ainda funcionam no modelo  antigo de comunicação de massa. Sabem falar muito bem, mas não sabem  ouvir.</p>
<p><strong>Época – </strong>As empresas atacam os pontos certos em seus relatórios?<strong><br />
Leite – </strong>Em  grande parte não. Poucas discutem em seus relatórios questões como a  forma que suas atividades impactam na sociedade. É interessante ver que  os bancos se preocupam muito com o meio ambiente, e menos com a forma de  oferecer crédito de maneira justa para as pessoas. Ou então com educar a  população para o uso racional do dinheiro. É fácil falar em impacto  ambiental quando seu negócio dificilmente poderá ser criticado sob essa  ótica. Essas jogadas ficam evidentes quando questionamos as empresas  sobre ações em que elas devem realmente responder para a sociedade. Um  ponto interessante que as empresas apresentam nos relatórios (e que deve  ser realmente questionado) são as ditas ações de sustentabilidade  divulgadas amplamente pelas empresas. E que são de custo zero para as  organizações, como aquelas em que o cliente paga pelo projeto (por meio  de doações). Ou aquelas em que o contribuinte paga pelo projeto (via  dedução fiscal). Nesses pontos, as empresas têm de deixar claro qual a  sua parte no processo. É muito fácil dizer que desenvolveu algo de bom  para a sociedade quando quem botou a mão no bolso foi o cliente ou o  contribuinte. Outro ponto de destaque é utilizar algo legal como  responsabilidade social e ambiental. Por exemplo: o programa jovem  aprendiz do governo federal (todas as empresas são obrigadas a fazer, é  lei) ou uma compensação ambiental que, como o próprio nome diz, é uma  compensação.</p>
<p><strong>Época –</strong> Qual foi o relatório mais superficial que encontraram?<br />
<strong>Leite – </strong><a href="http://migre.me/3p6FS">O mais fraco com certeza foi o da AMBEV</a>.  A frase que mais me assustou no relatório foi: “gerar valores  econômicos para todos os nossos acionistas diretamente e para a  sociedade, por meio do pagamento rigoroso de todos os impostos”. Que eu  saiba, pagar impostos é obrigação de qualquer pessoa ou empresa, não? O  que isso tem de tão inovador? Se for realmente importante, a empresa  atesta que seus concorrentes ou demais organizações são sonegadores de  impostos – e assim isso seria um diferencial para ela.</p>
<p><strong>Época –</strong> E o mais consistente?<br />
<strong>Leite – </strong>Posso  citar dois. O da Natura e o da Petrobras. São relatórios muito bem  escritos. E reportam bem as questões de sustentabilidade.</p>
<p><strong>Época –</strong> Quais são os furos mais recorrentes nos relatórios?<br />
<strong>Leite – </strong>De  uma maneira geral, os relatórios são trabalhados por três agentes: 1)  redator publicitário. 2) o cara que envia as planilhas e tabelas. 3) o  diagramador. O furo é que eles não conversam para fazer o relatório.  Isso fica evidente quando você lê, pois o texto publicitário é  maravilhoso, as fotos são lindas. Já os gráficos e tabelas apresentam  resultados pífios e inconsistentes.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Época –</strong> Você já teve problemas com alguma empresa? <strong><br />
Leite – </strong>Não vejo como problema, mas dificuldade em obter a resposta. <a href="http://migre.me/3p7uQ">O Bradesco apagava nosso protocolo de registro das perguntas </a>e  afirmava que eu não havia feito o questionamento. Só obtivemos a  resposta depois de conseguir o contato direto de um profissional  responsável pela atividade dentro da empresa. <a href="http://migre.me/3p7Fh">Outro caso interessante foi com a Bovespa</a>. Eles não conseguiram explicar direito como uma empresa que produz arma de guerra faz parte do seu Índice de Sustentabilidade.</p>
<p><strong>Época – </strong>Qual reclamação gerou mais repercussão? Alguma empresa mudou comportamentos, produtos ou algo do tipo?<br />
<strong>Leite – </strong><a href="http://migre.me/3p7R2">O caso de maior repercussão foi com o Santander</a>.  Depois de um longo processo na tentativa de obter a resposta do banco,  eles oficialmente (via SAC) negaram uma resposta. Reportamos isso via  canal do banco no Twitter. Depois de três dias, recebemos um telefonema  do diretor de sustentabilidade da empresa, perguntando se era ainda  possível responder. Por meio do nosso trabalho, foi detectada uma falha  no processo de comunicação da empresa.</p>
<p><strong>Época – </strong>Qual é o limite da sustentabilidade mais recorrente nas empresas?<br />
<strong>Leite – </strong>O  limite da sustentabilidade das empresas está em não saber ouvir, só  falar. Algumas não gostam de ser questionadas. Chegam a perguntar por  que queremos determinadas informações. Respondemos que o dado é público e  que gostaríamos de informações adicionais. As empresas não focam no  ponto certo: onde realmente seu negócio impacta na sociedade e no meio  ambiente. A maioria dos relatórios é auditada por grandes empresas de  consultoria contábeis (do ponto de vista financeiro, o relatório é  excelente, mas de resto…) e cheio de selinhos, mas não responde o que  realmente deve ser respondido. Não dizem o que a empresa oferece de bom  para a sociedade e como reduz os impactos que produz.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Outro lado</strong></span></p>
<p>Procuradas por Época, as empresas responderam o seguinte:<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>AMBEV</strong></p>
<p><em>“A  Ambev possui vários canais de comunicação com os mais diversos públicos  em seu site. A companhia esclarece que há um fluxo para atender as  demandas, uma vez que são muitas, mas todos os e-mails são devidamente  respondidos. Sobre as questões do Sr. Roberto Leite, a companhia afirma  que as respostas constam no Relatório de Sustentabilidade de 2008 e nas  demais seções do site, mas de qualquer forma as respostas serão  enviadas”.</em></p>
<p><strong>BRADESCO</strong></p>
<p><em>“O Bradesco  sempre se preocupou com a excelência dos produtos e serviços prestados  aos seus consumidores. Prova disso foi a criação do Canal Alô Bradesco,  em 1985, cinco anos antes da oficialização do Código de Defesa do  Consumidor. Os clientes e usuários podem registrar suas manifestações da  seguinte forma:</em></p>
<p><em>- pelas Centrais de Atendimento SAC – 24  horas por dia, sete dias na semana. Principal contato telefônico – SAC  Alô Bradesco 0800-7048383.</em></p>
<p><em>- Acessando o site <a href="http://www.bradesco.com.br/">www.bradesco.com.br</a>, link Fale Conosco.</em></p>
<p><em>Temos  também um novo canal de relacionamento que vem se mostrado muito  eficaz: o Twitter, que também é monitorado 24 horas, sete dias por  semana.</em></p>
<p><em>Com relação a ausência de resposta à consulta  realizada no Fale Conosco (protocolo 0555347), afirmamos que em hipótese  alguma qualquer manifestação é desconsiderada ou eliminada dos sistemas  do Bradesco. O fato em questão é um problema técnico isolado.</em></p>
<p><em>Esclarecemos  ainda que para atendermos ao Decreto 6523, o Bradesco trabalha  atualmente com dois sistemas distintos, um para atender o SAC (Central  de Atendimento) e outro para atender as manifestações recebidas pela  Internet, o que explica a atendente não ter localizado a manifestação em  referência. O Bradesco tem o compromisso de melhoria contínua de seus  processos, portanto encontra-se em desenvolvimento um novo sistema, que  integrará todos os canais de entrada de manifestações”.</em></p>
<p><strong>BOVESPA</strong></p>
<p><em>“O  ISE é um índice que tem por premissa “screnning positivo”, ou seja, não  há restrição prévia de participação de empresas no processo, desde que  atendam o pré-requisito de ser uma das 200 companhias com ações mais  líquidas na BM&amp;FBOVESPA. Trata-se de um índice inclusivo, porque  acreditamos que sustentabilidade é um tema em constante processo de  evolução e devemos envolver todas as empresas na discussão e nos  instrumentos oferecidos.</em></p>
<p><em>No entanto, o Índice considera e  avalia de forma muito criteriosa a Natureza do Produto da empresa que é  uma das dimensões do questionário. É nesta dimensão que a empresa  precisa fornecer informações detalhadas e documentos comprobatórios  sobre seus produtos e serviços.</em></p>
<p><em>O impacto de um  determinado produto em seus consumidores e na sociedade como um todo é  fator determinante na sua avaliação, e por isso a dimensão Natureza do  Produto é composta por vários Critérios e Indicadores:</em></p>
<p><em>Critério I – Impactos Pessoais do Uso do Produto</em></p>
<p><em>Indicador 1: Riscos para o Consumidor ou Terceiros</em></p>
<p><em>Critério II – Impactos Difusos do Uso do Produto</em></p>
<p><em>Indicador 2: Riscos Difusos</em></p>
<p><em>Indicador 3: Observância do Princípio da Precaução</em></p>
<p><em>Critério III – Cumprimento Legal</em></p>
<p><em>Indicador 4: Informações ao Consumidor</em></p>
<p><em>Indicador 5: Sanções Judiciais ou Administrativas</em></p>
<p><em>Para  integrar a carteira do ISE, a companhia precisa performar  satisfatoriamente nas seis dimensões comprovando suas repostas a um  questionário extenso e profundo, que considera todas as dimensões da  sustentabilidade, e que foi desenvolvido e é avaliado por uma equipe  referência no tema nacional e internacionalmente, o GVCes – Centro de  Estudos em Sustentabilidade da FGV-SP. As dimensões do ISE são: Geral,  Natureza do Produto, Governança Corporativa, Econômico-Financeira,  Social, Ambiental e Mudanças Climáticas (criada em 2010, em caráter  experimental. De preenchimento obrigatório, mas sem pontuação).</em></p>
<p><em>Por  questão de confidencialidade, o Conselho do ISE, o GVCes e a  BM&amp;FBOVESPA não fazem pronunciamentos particularizados por empresa. É  claro que uma empresa que tenha mais gaps ou problemas em uma(s)  determinada(s) dimensão(ões) precisa se empenhar mais nas demais,  elevando, assim, sua performance como um todo e credenciado-se a compor a  carteira. O Conselho do ISE entende que, sendo sustentabilidade um tema  em constante evolução, as empresas que compõem a carteira do ISE  representam um benchmark do tema no Brasil, porém com itens a melhorar  constantemente.</em></p>
<p><em>A Embraer é uma empresa listada em Bolsa  no Brasil e exterior, cujas ações estão entre as 200 mais líquidas do  mercado brasileiro, e de atuação legal no País. Sendo assim, ela está  plenamente apta a participar do processo de seleção do ISE. Sugerimos  que mais detalhes sobre a composição do portfólio da empresa, bem como a  relação de tipo de produto x faturamento, sejam obtidas diretamente com  a empresa. Desta forma, acreditamos que será possível traçar um  panorama e fazer uma avaliação mais completa sobre o tema”.</em></p>
<p><em>Sonia Favaretto<br />
Presidente do Conselho Deliberativo do ISE</em></p>
<p><strong>SANTANDER</strong></p>
<p><em>“O  Santander informa que respondeu os questionamentos do blog Testando os  Limites da Sustentabilidade, que publicou as respostas no dia  11/11/2010. O Banco reforça que considera fundamental o papel das mídias  sociais, que contribuem, cada vez mais, com a interação entre as  instituições e o público em geral”.</em></p>
<p><em>Fonte: <a href="http://colunas.epoca.globo.com/planeta/2011/01/05/%E2%80%9Cas-empresas-nao-sabem-ouvir-so-falar%E2%80%9D/" target="_blank">Época</a><br />
</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/envirotools.wordpress.com/149/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/envirotools.wordpress.com/149/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/envirotools.wordpress.com/149/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/envirotools.wordpress.com/149/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/envirotools.wordpress.com/149/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/envirotools.wordpress.com/149/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/envirotools.wordpress.com/149/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/envirotools.wordpress.com/149/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/envirotools.wordpress.com/149/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/envirotools.wordpress.com/149/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/envirotools.wordpress.com/149/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/envirotools.wordpress.com/149/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/envirotools.wordpress.com/149/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/envirotools.wordpress.com/149/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=envirotools.wordpress.com&amp;blog=3652971&amp;post=149&amp;subd=envirotools&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>China diz ter tecnologia para garantir combustível nuclear por 3 mil anos</title>
		<link>http://envirotools.wordpress.com/2011/01/03/china-diz-ter-tecnologia-para-garantir-combustivel-nuclear-por-3-mil-anos/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 18:14:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>envirotools</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A televisão estatal da China anunciou nesta segunda-feira que o país desenvolveu um processo próprio para reprocessar combustível nuclear que poderia garantir o abastecimento de suas usinas por 3 mil anos. O país lançou um ambicioso programa para construir diversas usinas nucleares, mas a mídia estatal afirma que o atual estoque chinês de urânio – [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=envirotools.wordpress.com&amp;blog=3652971&amp;post=144&amp;subd=envirotools&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A televisão estatal da China anunciou nesta  segunda-feira que o país desenvolveu um processo próprio para  reprocessar combustível nuclear que poderia garantir o abastecimento de  suas usinas por 3 mil anos.</p>
<p>O país lançou um ambicioso programa para  construir diversas usinas nucleares, mas a mídia estatal afirma que o  atual estoque chinês de urânio – usado no programa nuclear – é  suficiente apenas para os próximos 70 anos.</p>
<p>Há 24 anos cientistas chineses vêm trabalhando no método de reaproveitamento de combustível.</p>
<p>O novo sistema é caro e complexo, mas permite que combustível nuclear usado seja utilizado novamente nas usinas.</p>
<p>A China não é o primeiro país a desenvolver  estações para reprocessamento de combustível nuclear – França,  Grã-Bretanha e Índia já têm tecnologias similares para isso.</p>
<p>Mas, no caso chinês, a tecnologia terá  implicações ainda mais significativas, já que o país tem procurado  reduzir a atual dependência do carvão por meio da diversificação de suas  fontes energéticas.</p>
<p><a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/01/110103_chinanuclear_pai.shtml" target="_blank">Fonte</a></p>
<p><strong>A Enviro  Tools deseja que 2011 seja um ano lembrado por suas conquistas, conscientização e igualdade.</strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/envirotools.wordpress.com/144/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/envirotools.wordpress.com/144/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/envirotools.wordpress.com/144/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/envirotools.wordpress.com/144/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/envirotools.wordpress.com/144/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/envirotools.wordpress.com/144/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/envirotools.wordpress.com/144/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/envirotools.wordpress.com/144/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/envirotools.wordpress.com/144/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/envirotools.wordpress.com/144/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/envirotools.wordpress.com/144/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/envirotools.wordpress.com/144/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/envirotools.wordpress.com/144/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/envirotools.wordpress.com/144/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=envirotools.wordpress.com&amp;blog=3652971&amp;post=144&amp;subd=envirotools&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>MMA cria plano para estimular o consumo sustentável</title>
		<link>http://envirotools.wordpress.com/2010/11/08/mma-cria-plano-para-estimular-o-consumo-sustentavel/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 15:49:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>envirotools</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis (PPCS) do Ministério do Meio Ambiente (MMA) prevê parcerias entre a iniciativa privada, o governo e a sociedade para repensar os modelos de produção e consumo brasileiros. A idéia é tornar o país mais eficiente e consciente de que os recursos naturais não são infinitos. O [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=envirotools.wordpress.com&amp;blog=3652971&amp;post=142&amp;subd=envirotools&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis (PPCS) do  Ministério do Meio Ambiente (MMA) prevê parcerias entre a iniciativa  privada, o governo e a sociedade para repensar os modelos de produção e  consumo brasileiros. A idéia é tornar o país mais eficiente e consciente  de que os recursos naturais não são infinitos.</p>
<p>O PPCS será uma espécie de “guarda-chuva” de programas e ações,  servindo assim como uma ferramenta de articulação entre essas  iniciativas.</p>
<p>No momento, o novo plano está disponível para consulta pública, que vai até o dia 11 de novembro, no site <a href="http://www.carbonobrasil.com/a9/ext/spaw2/empty/www.mma.gov.br/ppcs" target="_blank">www.mma.gov.br/ppcs</a>.</p>
<p>“A vida das pessoas vai ser afetada diretamente, por isso pedimos que  elas participem, por meio de suas organizações da sociedade civil,  empresas e órgãos públicos”, solicita Samyra Crespo, Secretária da  Articulação Institucional e Cidadania Ambiental.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Prioridades</span></p>
<p>No Brasil, estima-se que entre 10 e 15% do PIB é utilizado para  compras da União, o que torna o governo um importante indutor de mercado  e da chamada economia verde. Por isso é tão importante traçar  diretrizes para que essas compras sejam bem orientadas visando o uso  racional dos recursos.</p>
<p>O PPCS sugere um conjunto de práticas que vai desde o estabelecimento  de leis, da criação ou supressão de impostos, do oferecimento de  subsídios, por exemplo, para os reciclados e recicláveis, ao  estabelecimento de um portfólio de produtos que vão ser incluídos  prioritariamente nas licitações públicas.</p>
<p>Para o setor privado, o PPCS pretende discutir a possibilidade da  adoção de práticas sustentáveis de produção e que tipo de incentivo  tornaria isso mais fácil de acontecer.</p>
<p>Além disso, o plano quer que as empresas participem da promoção de  mercadorias verdes para que os consumidores tenham mais acesso a esse  tipo de produto.</p>
<p>O Plano leva em conta os novos marcos legais, como a Política  Nacional de Resíduos Sólidos, e  pretende incentivar a reciclagem tanto  por parte do consumidor como por parte do setor produtivo.</p>
<p>A idéia seria promover ações de responsabilidade compartilhada dos  geradores de resíduos e de logística reversa, ou seja, a reutilização  dos resíduos como matéria prima. Também caberia ao plano incentivar a  indústria da reciclagem com inclusão social, com projetos de inserção  dos catadores.</p>
<p>Um dos pontos mais importantes do PPCS é o que trata da reeducação dos consumidores.</p>
<p>Entre essas medidas estão:</p>
<p>- Desenvolvimento de módulos de educação ambiental voltados para o  consumo sustentável ou consciente, com a utilização de plataformas de  educação à distância e diferentes mídias, destinadas ao público escolar e  da educação não formal;</p>
<p>- Formação continuada de professores em educação para o consumo  sustentável, (parceria MMA, MEC, UNESCO, PNUMA &#8211; além de outras visando a  atingir o setor privado), a fim de estimular a comunidade escolar a  adotar o consumo consciente.</p>
<p>- Realização de pesquisas, aproveitando os dados já disponíveis  coletados e analisados pelo IBGE e IPEA, adicionando estudos sobre o  comportamento do consumidor brasileiro de forma a tornar mais efetivas  as políticas públicas orientadas para engajá-los no consumo sustentável;</p>
<p>- Engajamento do Projeto Salas Verdes, através da distribuição em  2011 de kit temático de educação para o consumo sustentável nas 350  salas cadastradas no projeto.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Crise de Recursos</span></p>
<p>Segundo a WWF desde 1966 o consumo de recursos naturais já teria  dobrado e em 2030, se nada for feito para alterar os hábitos da  população, não haverá recursos naturais suficientes no planeta para  atender a todas as pessoas.</p>
<p>No relatório <a href="http://assets.panda.org/downloads/lpr2010.pdf" target="_blank">Living Planet Report</a>,  a ONG descreve como o atual padrão de consumo já resultou na perda de  quase 60% da biodiversidade nos países mais pobres nos últimos 40 anos.</p>
<p>Diante desses dados, o Plano de Ação para Produção e Consumo  Sustentáveis vem realmente em boa hora. Muitos concordam que a melhor  maneira de combater a crise ambiental é mesmo através da mudança dos  hábitos de consumo.</p>
<p>“É um plano que ajuda a caminharmos juntos em terreno mais sólido.  Para fazermos o Brasil e o nosso povo avançar em direção a um futuro  mais promissor”, afirma Izabella Teixeira, Ministra do Ministério do  Meio Ambiente, na apresentação do plano.</p>
<p>Assim que terminada a fase da consulta pública, o PPCS deverá ser  aprovado pelo Comitê Gestor designado, formado por representantes de  vários ministérios, e colocado em prática já em 2011.</p>
<p><a href="http://www.institutocarbonobrasil.org.br/reportagens_carbonobrasil/noticia=726324" target="_blank">Fonte</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/envirotools.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/envirotools.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/envirotools.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/envirotools.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/envirotools.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/envirotools.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/envirotools.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/envirotools.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/envirotools.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/envirotools.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/envirotools.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/envirotools.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/envirotools.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/envirotools.wordpress.com/142/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=envirotools.wordpress.com&amp;blog=3652971&amp;post=142&amp;subd=envirotools&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Embalagem e bloco de anotações do relógio VUE</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 19:46:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>envirotools</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O suiço Yves Béhar, da Fuseproject, se juntou ao designer Issey Miyake e criaram o VUE Watch. Além de inovar no relógio, a embalagem também foi desenvolvida para fazer as pessoas questionarem as outras embalagens de relógio. O design da embalagem é um bloco de papel reciclado, que esconde o relógio em suas camadas. As [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=envirotools.wordpress.com&amp;blog=3652971&amp;post=138&amp;subd=envirotools&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O suiço Yves Béhar, da Fuseproject, se juntou ao designer Issey Miyake e criaram o VUE Watch. Além de inovar no relógio, a embalagem também foi desenvolvida para fazer as pessoas questionarem as outras embalagens de relógio. O design da embalagem é um bloco de papel reciclado, que esconde o relógio em suas camadas.</p>
<p><a href="http://envirotools.files.wordpress.com/2010/10/01.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-139" title="01" src="http://envirotools.files.wordpress.com/2010/10/01.jpg?w=300&#038;h=186" alt="" width="300" height="186" /></a></p>
<p>As horas do relógio VUE (vista, visão) aparecem apenas quando o  ponteiro fecha o ciclo de uma hora (melhor não marcar nenhuma reunião no  meio disso para não perder). O relógio de Miyake é analógico, mas em  vez de mãos, ele tem um círculo gráfico que se move em torno do centro,  destacando a hora, enquanto as horas anteriores e seguintes aparecem  como um rascunho meio apagado.  “O relógio é uma forma de sentir o tempo  de aparecimento e desaparecimento em nossas vidas”, disse Behar. E a  embalagem do relógio VUE ainda vai durar por muito tempo.</p>
<p><a href="http://envirotools.files.wordpress.com/2010/10/02.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-140" title="02" src="http://envirotools.files.wordpress.com/2010/10/02.jpg?w=300&#038;h=242" alt="" width="300" height="242" /></a></p>
<p>Fontes <a href="http://embalagemsustentavel.com.br/2010/10/05/relogio-vue/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+EmbalagemSustentavel+%28Embalagem+Sustent%C3%A1vel%29&amp;utm_content=Twitter" target="_blank">¹</a> e <a href="http://www.fuseproject.com/" target="_blank">²</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/envirotools.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/envirotools.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/envirotools.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/envirotools.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/envirotools.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/envirotools.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/envirotools.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/envirotools.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/envirotools.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/envirotools.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/envirotools.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/envirotools.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/envirotools.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/envirotools.wordpress.com/138/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=envirotools.wordpress.com&amp;blog=3652971&amp;post=138&amp;subd=envirotools&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Seca leva autoridades a restringir uso de barcos e transporte na Amazônia</title>
		<link>http://envirotools.wordpress.com/2010/09/13/seca-leva-autoridades-a-restringir-uso-de-barcos-e-transporte-na-amazonia/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 14:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>envirotools</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Amazônia enfrenta uma forte seca. Por causa da falta de chuva, os Rios Javari, Juruá, Japurá, Acre, Negro, Purus, Iça, Jutaí, Solimões e Madeira estão com níveis abaixo da média, o que prejudica a navegação, o transporte e o abastecimento das comunidades locais. Com isso, o transporte de alimentos e passageiros já restrito ao [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=envirotools.wordpress.com&amp;blog=3652971&amp;post=136&amp;subd=envirotools&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Amazônia enfrenta uma forte seca. Por causa da falta de chuva, os Rios Javari, Juruá, Japurá, Acre, Negro, Purus, Iça, Jutaí, Solimões e Madeira estão com níveis abaixo da média, o que prejudica a navegação, o transporte e o abastecimento das comunidades locais. Com isso, o transporte de alimentos e passageiros já restrito ao período diurno, por razões de segurança, pode ser proibido pela capitania dos portos de Porto Velho para transporte de veículos pesados por balsas.</p>
<p>Em Tabatinga, por exemplo, o nível do Rio Solimões baixou acentuadamente dificultando a navegação até Tefé. Por razões de segurança, a navegação agora está limitada ao período diurno. No Porto de Manaus, o nível do Rio  Negro estava em 20,67 metros no dia 8 e vem caindo dia-a-dia – a menor cota no Porto foi registrada em 1963, 13,64 metros.</p>
<p>A população de pelo menos 26 municípios do Amazonas está sendo afetada pela seca, uma vez que os rios desempenham papel fundamental nos transporte de pessoas e mercadorias. A população está tendo de percorrer grandes distâncias para obter água de boa qualidade, já que, em muitos casos, a qualidade da água disponível está comprometida devido à mortandade de peixes.</p>
<p>No Rio Abunã, em Porto Velho, desde maio a cota medida também vem acompanhando os níveis da estiagem de 2005, embora um pequeno avanço tenha sido observado a partir de 3 de setembro. Por causa da seca, a capitania dos portos da região proibiu o transporte por barcos de alimentos e passageiros no período noturno e ameaça suspender por tempo indeterminado o transporte de veículos pesados pelas balsas, o que pode prejudicar o abastecimento de alimentos e outras mercadorias essenciais, como combustíveis, nos estados de Rondônia e, principalmente, do Acre.</p>
<p>Situação dos rios conforme levantamento realizado pela Agência Nacional de Águas (ANA) nos seus postos hidrometeorológicos:</p>
<p><em>Bacia do Rio Juruá</em><br />
Em Eirunepé, o nível da água está 1,37 metro acima da máxima vazante registrada em 10/9/1995. Em Gavião, o nível da água atual está 2,14 metros acima do valor registrado em 2005, ano da maior vazante.</p>
<p><em>Bacia do Rio Purus</em><br />
Os níveis da água continuam muito baixos nas duas estações monitoradas. Em Rio Branco (AC), o nível do Rio Acre está apenas 23 cm acima da maior vazante registrada na série histórica, que ocorreu em 14/9/2005. Em Boca do Acre, no Rio Purus, o nível da água está apenas 55 cm acima da vazante máxima, registrada em 7/10/1998.</p>
<p><em>Bacia do Rio Japurá</em><br />
O nível da água atual está 2,19 metros abaixo do nível registrado na mesma data em 2009.</p>
<p><em>Bacia do Rio Negro</em><br />
Níveis normais para o período.</p>
<p><em>Bacia do Rio Solimões/Amazonas</em><br />
Os níveis da água continuam com valores abaixo dos registrados nos anos das vazantes máximas em todas as estações monitoradas, exceto Tabatinga, onde o nível atual está 74 cm acima da máxima vazante histórica, que ocorreu em 29/9/2005.</p>
<p><em>Bacia do Rio Madeira</em><br />
Em Humaitá, o nível da água atual está 72 cm acima do valor registrado na mesma data do ano da vazante máxima (1969). Em Porto Velho, o nível d’água atual está 98 cm acima do valor registrado na mesma data do ano da vazante máxima (2005).</p>
<p><em>Bacia do Rio Javari</em><br />
O nível da água atual está 4,57 metros mais baixo que o nível registrado na mesma data do ano 2009.</p>
<p><a href="http://sociedadesustentavel.terra.com.br/integra.php?id=1722">Fonte</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/envirotools.wordpress.com/136/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/envirotools.wordpress.com/136/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/envirotools.wordpress.com/136/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/envirotools.wordpress.com/136/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/envirotools.wordpress.com/136/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/envirotools.wordpress.com/136/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/envirotools.wordpress.com/136/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/envirotools.wordpress.com/136/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/envirotools.wordpress.com/136/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/envirotools.wordpress.com/136/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/envirotools.wordpress.com/136/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/envirotools.wordpress.com/136/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/envirotools.wordpress.com/136/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/envirotools.wordpress.com/136/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=envirotools.wordpress.com&amp;blog=3652971&amp;post=136&amp;subd=envirotools&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Para onde vai o petróleo</title>
		<link>http://envirotools.wordpress.com/2010/07/08/para-onde-vai-o-petroleo/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 16:26:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>envirotools</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde a explosão da plataforma Deepwater Horizon, no dia 20 de abril de 2010, a propagação da mancha de óleo vem sendo acompanhada por meio de imagens de satélites. Neste vídeo de alta definição a mancha tem sua forma a extensão esquematizadas até o dia 13 de junho. E previsão computacional realizada pelo National Center [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=envirotools.wordpress.com&amp;blog=3652971&amp;post=133&amp;subd=envirotools&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde a explosão da plataforma Deepwater Horizon, no dia 20 de abril  de 2010, a propagação da mancha de óleo vem sendo acompanhada por meio  de imagens de satélites.</p>
<p>Neste vídeo de alta definição a mancha tem sua forma a extensão  esquematizadas até o dia 13 de junho. E previsão computacional realizada  pelo <em>National Center for Atmospheric Research</em> demonstra o que  pode ocorrer nos próximos dias se a mancha encontrar certas correntes  marítimas. O resultado não parece ser nada animador.<br />
Lembrando que são simulações utilizando um ´corante virtual´, com  acompanhamento da diluição e propagação deste com o passar do tempo.<br />
Detalhes em <a href="http://www2.ucar.edu/news/oil-spill-animations">http://www2.ucar.edu/news/oil-spill-animations</a></p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://envirotools.wordpress.com/2010/07/08/para-onde-vai-o-petroleo/"><img src="http://img.youtube.com/vi/qEhhVmxYSNI/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>O que acontece quando o petróleo é derramado no mar?<br />
(com legendas em português)</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://envirotools.wordpress.com/2010/07/08/para-onde-vai-o-petroleo/"><img src="http://img.youtube.com/vi/S4xeWY1ouSw/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p><em><strong>Fonte:</strong></em> Blog <a href="http://scienceblogs.com.br/massacritica/2010/06/para_onde_vai_o_petroleo.php">Massa Crítica</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/envirotools.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/envirotools.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/envirotools.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/envirotools.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/envirotools.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/envirotools.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/envirotools.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/envirotools.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/envirotools.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/envirotools.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/envirotools.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/envirotools.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/envirotools.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/envirotools.wordpress.com/133/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=envirotools.wordpress.com&amp;blog=3652971&amp;post=133&amp;subd=envirotools&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>José Saramago</title>
		<link>http://envirotools.wordpress.com/2010/06/18/jose-saramago/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Jun 2010 00:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>envirotools</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[“Através da escrita, tentei dizer que não somos bons e que é preciso que tenhamos coragem para reconhecer isso.” (José Saramago) A morte do escritor português José Saramago nesta sexta-feira, 18, deixou entristecidos não só os apreciadores de sua excelente literatura, como também os defensores dos animais. Saramago mostrava uma nobreza de alma e sensibilidade [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=envirotools.wordpress.com&amp;blog=3652971&amp;post=131&amp;subd=envirotools&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Através da escrita, tentei dizer que não somos bons e que é preciso que tenhamos coragem para reconhecer isso.” </em></p>
<p>(José Saramago)</p>
<p>A morte do esc<a href="http://www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2010/06/saramago.jpg"></a>ritor português José Saramago nesta sexta-feira, 18, deixou entristecidos não só os apreciadores de sua excelente literatura, como também os defensores dos animais. Saramago mostrava uma nobreza de alma e sensibilidade comovente também em relação aos animais não humanos. Sua compaixão por eles foi visível em inúmeros textos e responsável pela disseminação de ideais de justiça e respeito a todos os seres.</p>
<p>Crítico contumaz do confinamento animal, o escritor, que tinha 87 anos, relatou em um belíssimo texto a tristeza que vivem os animais mantidos em circos e em zoológicos para entretenimento humano (clique <a href="http://caderno.josesaramago.org/2009/02/19/susi/" target="_blank">aqui</a> para ler o texto na íntegra no blog do escritor). Ele chegou a visitar a elefanta Susi, que vivia num zoológico na Espanha e estava passando por depressão, estresse e solidão. Saramago, ao vê-la, disse que ela estaria “morrendo de tristeza”.</p>
<p>Em sua obra <em>Ensaio sobre a Cegueira</em>, que lhe rendeu o Prêmio Nobel de Literatura, Saramago não trata apenas da cegueira física, mas da cegueira moral dentro da qual a sociedade se encontra. “Por que cegamos, não sei, talvez um dia se chegue a conhecer a razão, Queres que te diga o que penso, Diz, Penso que não cegamos, penso que estamos cegos, cegos que veem, cegos que vendo, não veem”.  Uma grande reflexão que pode ser aplicada ao imenso sofrimento que a humanidade, cega da alma, aplica insensivelmente a tudo e a todos a seu redor. A cegueira da moral e da ética.</p>
<p>A cegueira que beira a irracionalidade também foi abordada por Saramago no texto <a href="http://www.citador.pt/pensar.php?op=10&amp;refid=200401201455" target="_blank">“A Racionalidade Irracional”</a>. Um relato que não poupou o ser humano, ao mostrá-lo como cruel, torturador, apesar de sua razão que deveria ser mantenedora da vida. Analisa e mostra a mesquinhez humana que vai atrás do lucro, do êxito e do triunfo, massacrando os seres que mereceriam seu respeito. Levanta a questão não só dos direitos humanos, mas dos deveres humanos.</p>
<p>Deixamos aqui nossa homenagem a José Saramago, que nos enriqueceu com sua brilhante literatura e nos presentou com seu olhar generoso e lúcido sobre os direitos animais.</p>
<p><a href="http://www.anda.jor.br/?p=68237">Fonte</a></p>
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